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AS ESTÉTICAS POSSÍVEIS DA LÍRICA*

Ana Monique Moura*

Hode ved hode (Head by Head), 1905. Edvard Munch (Noruega, 1863–1944)

Para falar em lírica moderna, é necessário retirar do bolso uma gama de classificações para ela, pois não se trata de uma classificação unívoca na literatura. Começaria insistindo, então, que não se deve deixar de destacar o papel que o filósofo Kant exerceu sobre esse assunto. Devemos, claro, dizer que o eu lírico moderno em nada tem a ver com o sujeito transcendental kantiano defendido na sua Kritik der reinen Vernunft (1781)Crítica da Razão Pura. Porém, o sujeito pensado na Kritik der Urteilskraft (1791)Crítica da faculdade do juízo segue outra perspectiva. A Alemanha do século XVIII, pertencente a poetas e pensadores como Friedrich Schlegel, Schelling, Novalis, Hördelin e Goethe, se via afinada, em especial, com esta obra, denominada por Goethe como a melhor obra de seu tempo.[1]

O que há de mais exemplar na Crítica da faculdade do juízo é a ideia da particularidade e singularidade enquanto elementos condensados no universal. Este pano de fundo seria fundamental para dar arcabouço às teorias da lírica. Ademais, Kant havia sido o arauto da reinvenção de noção da subjetividade. Herdara de Descartes, este pai do sujeito moderno, a tentativa de invocar o sentido de sujeito enquanto expressão do eu epistemológico, porém acrescentava neste o exercício da crítica reflexiva e estética, em lugar da isolada metodologia rigorosamente dogmática. Assim, inspirado em David Hume, com quem, como o próprio Kant dizia, lhe despertara do “sono dogmático”, Kant dá ao sujeito o sentido da relação com a experiência particular ao invés da abstração dedutiva e apartada da experiência. Nisto estaria a capacidade subjetiva de retirar o sentido para o universal, através, tão só, da reflexão estética do particular. Assim, na sua obra dedicada à estética, diz Kant (2005, 23): “Se o universal (a regra, o princípio, a lei) é dado, a faculdade do juízo que nele subsume o particular é determinante. Porém, se só o particular for dado, para o qual ela deve encontrar o universal, então a faculdade do juízo é simplesmente reflexiva”. A experiência reflexiva da estética, para Kant, estaria ligada à promoção do sentimento estético a partir do jogo das faculdades (Cf. KANT, 2005, 31), em outros termos, não era tarefa de razão pura, tampouco de lógica. Neste sentido, as próprias faculdades subjetivas abandonariam as suas funções epistemológicas para assumir uma espécie de função lúdica, que viria a ser o “jogo romântico”, destacado por Hugo Friedrich (1978, 58), em que o entendimento se deixa guiar pela imaginação (Cf. KANT, 2005, 63). Este é o sentido, portanto, da experiência estética, a qual os românticos darão o significado de poética, seja no sentido da expressividade da poesia, seja no sentido clássico do termo originário poiésis, enquanto o ato de criar. É aqui que, para compreender o Romantismo Alemão, Benjamin se inspirará em Kant, agarrando-se em duas chaves importantes de seu pensamento estético, a saber: o conceito de experiência (Erlebnis) e o de reflexão (Reflektion). Ambos guardam o sentido para a lírica romântica, ou, ainda, o potencializam (Cf. MOURA, 2012, 81-3).

Para Benjamin, é o sentido de reflexão kantiana que inspirará a ideia romântica da “alteridade criadora do eu” posto na obra.[2] Para os românticos, o sentido da obra lírica, ou seja, o sentido da poesia, seria guiado pelo olhar do outro. Daí que, ao meu ver, mesmo que o Romantismo tenha defendido e exaltado o caráter subjetivo da obra de arte, não deixou de invocar a sua própria dissolução através da invocação da alteridade. Contudo, a dissolução na alteridade promovia sua própria ampliação. Foi um jogo dialético. Era preciso dissolver-se no outro para se recriar. O eu romântico, embora carregado de sua própria ipseidade, estaria aberto à expansão a partir da alteridade. A Poiésis deixa de ser a criação clássica lírica de indivíduo (aquele que não se divide) para ser a de uma subjetividade capaz de ser flamejada pela(s) subjetividade(s) outra(s).

A lírica moderna, em especial, a lírica romântica, ganha, com Kant, a potência para invocar um sujeito fora de si, que se espalha e adentra numa espécie de sensus communis através da comunicabilidade (Mitteilbarkeit), ou seja, a lírica se condensa num élan que liga o sujeito aos demais sujeitos na elaboração de um sentido para a experiência estética (Cf. KANT, 2005, 137).

O eu aqui não está mais isolado, não pertence ao solipsismo cartesiano, mas a um espalhar-se numa comunicabilidade com o outro, que culmina por perfazer o próprio eu, destituindo-o de suas barreiras, conduzindo-o para fora de si. Daí a frase de Novalis (2010, 37), ele próprio leitor de Kant, de que “é preciso romantizar o mundo”.

A lírica e a desconstrução da poética do belo

Falar em lírica moderna implica invocar aí também o sentido de beleza, já que a poesia se propunha empreender sua busca.[3] Foi detectando isto que, aliado e ao mesmo tempo contra ao Romantismo, Hegel leciona suas palestras sobre Estética. Para Hegel, a lírica terá um caráter idealista e, nessa esteira, ideológico. De um lado, idealista, porque se tratava de propor a busca pela Ideia (Bild) superior regente e integrante da realidade eficiente. Por isso, diz Hegel (2009, 14): “O que tem de servir de base não é o particular, não são as particularidades, não são os objetos, fenômenos etc. particulares: é a ideia. Pela ideia, pelo universal se deve começar em tudo e, por conseguinte, também no nosso domínio.” Por outro lado, Hegel foi ideológico, porque idealizava a lírica como o lugar do sujeito cuja função estética, de caráter normativo – para não dizer missão – estaria em transmitir a ideia do Belo em sua objetividade. Esta observação foi, portanto, realizada enquanto forma de manifesto em suas palestras.

Embora Hegel promova, como promoveram os românticos, a defesa da exaltação da subjetividade, o subjetivo, para Hegel, está na contramão do subjetivo para Kant, assim como do subjetivo romântico. E é, neste sentido, que Hegel culmina por realizar m alguma medida uma crítica ao romantismo, posto que herdeira de Kant. Ora, enquanto para Kant o particular subjetivo serviria ao “universal objetivo” sem, contudo, determina-lo, para Hegel, o particular serviria ao universal para determina-lo. Neste sentido, a arte poética teria a função de lidar com a realidade da verdade superior, encontrada, tão somente na expressão do Espírito Absoluto. A arte não seria a forma (Gestalt) superior espiritual em si, mas apenas forma (Form) exterior. Contudo, poderia expressar-se o particular (bensondere) da particularidade (Particularität) original. Daí que o termo besondere em alemão signifique também “especial”. O espírito subjetivo do eu lírico seria o caráter especial do Espírito Absoluto.

Ademais, a beleza procurada pela poesia lírica não estaria na disposição do sujeito em julgar livremente o belo, como defendera Kant, tampouco a elaboração da arte dependeria de supostas disposições subjetivas arbitrárias. Assim também, a experiência estética não corresponderia a um jogo entre entendimento e imaginação. Para Hegel, o que se toma por experiência estética deve ser concebido como realidade comum ao conhecimento filosófico. Daí que Hegel exigirá a denominação “filosofia da arte” para a disciplina Estética. Em Hegel, ao contrário de Kant e do Romantismo, a beleza deixará seu caráter apenas subjetivo para habitar o sentido de uma “objetividade do sujeito”, enquanto expressão do Espírito Absoluto.

A dissolução do eu

A centralização do sujeito na modernidade não implica, contudo, que falemos com segurança sobre um sujeito supostamente íntegro e indissolúvel. Desde a teoria kantiana estética acerca da imersão do particular no universal, assim como, com Hegel, do universal ao particular, a ideia da subjetividade não fragmentada parece compor uma espécie de dialética, como já atestara Adorno, que estendeu tais observações em Lirik und Gesellschaft (Lírica e sociedade) – voltarei a ele.

Já Walter Benjamin, em seu ensaio Über einige Motiven bei Baudelaire (Sobre alguns temas em Baudelaire), nos conduz a passear ao lado do poeta flâneur sobre a reinvenção da lírica que ele provocara.  Para Benjamin (1973, 43), “a massa é de tal modo intrínseca a Baudelaire”. Assim, sua lírica promove a imersão do sujeito no communis. Aqui é como se ele perdesse o caráter de ipseidade para lançar-se na multidão. O eu lírico “mistura-se generosamente com ela [a multidão] para jogá-la de repente ao nada com um olhar de desprezo” (BENJAMIN, 1973, 47). Rimbaud atesta também o que Benjamin destacara em Baudelaire. Hugo Friedrich nos recordará o seguinte sobre Rimbaud: “a visão poética penetra no mistério vazio através de uma realidade intencionalmente feita em pedaços. Qual é o sujeito desta visão? As frases com as quais Rimbaud responde a esta pergunta tonraram-se famosas. Pois ‘eu’ é um outro.” (FRIEDRICH, 1978,62)

Em outro aspecto, também o ideal hegeliano de beleza é desprezado. A seminal obra de Baudelaire Le fleurs du mal apresenta o inverso da tradição romântica e, especialmente, hegeliana da ideia de belo. “Pois, com a nova poesia condiz outra flora: não canta videiras, canta o tabaco, as plantas de algodão e a doença das batatas. A lágrima de uma vela vale mais do que a flor” (FRIEDRICH, 1978, 65). E o que dizermos do poema Spleen, que, como diria bem Auerbach, abandona a beleza para assumir o sublime sinistro? Assim também disse Mallarmé: “Depois de ter encontrado o Nada, encontrei a Beleza”. Lembremos também de Rimbaud, em Estadia no inferno, quando exprime: “Uma noite sentei a Beleza em meus joelhos. E achei-a amarga. – E injuriei-a.”

Esta tensão entre o particular e o universal, o eu e o outro, o belo e sua ausência marcará a preocupação da lírica moderna e se estenderá como sua própria definição. Adorno atestaria isso invocando o conceito de melancolia da forma para tal tensão, a qual concebeu dialeticamente.

Através de suas configurações, a linguagem se molda inteiramente aos impulsos subjetivos; um pouco mais, e se poderia chegar a pensar que somente ela os faz amadurecer. Mas ela continua sendo, por outro lado, o meio dos conceitos, algo que estabelece uma inelutável referência ao universal e à sociedade. (ADORNO, 2009, p. 74).

Para este cenário, vale citar Dominique Combe, no que diz:

O sujeito lírico é um sujeito sensível – simplesmente, o sentimento nele assume um valor universal. A melancolia que afeta o sujeito elegíaco, por exemplo, não é o sentimento experimentado por Lamartine, Musset ou Baudelaire enquanto indivíduos, mas um ‘estado patemático (état pathématique) a priori partilhado com o leitor. É aqui que convém retornar à distinção entre o fato anedótico da biografia pessoal, inscrito no singular, e a quintessência da experiência vivida aberta ao universal.

É precisamente esta tensão entre o subjetivo (particular) e o objetivo (universal) que Collot, em seu ensaio “O sujeito fora de si” irá apresentar uma proposta de leitura fenomenológica da lírica. A insistência da realidade objetiva, do social e do universal ao âmbito do sujeito parece ser de uma natureza ricamente fenomenológica. Collot defende, portanto, que em nenhum momento da modernidade lírica o sujeito conseguiu permanecer isolado em si mesmo. Esteve sempre condenado a dissolver-se no outro. Mesmo com Kant e com Hegel, para os quais a pureza do sujeito existia, em medidas e tomadas distintas, a objetividade da realidade tendeu a ser manifestada nas entrelinhas de suas teorias.[4] O Romantismo tomado da influência de um e convivendo com a leitura do outro também não escapara. Collot será um vitalista. Vai além de Nietzsche, que, apesar de defender uma espécie de lirismo orgânico, defendia ainda assim uma metafísica da arte (Cf. NIETZSCHE, 2005, 27). Collot recorrerá à Meleau-Ponty, autor de “Le phenomenologie de la perception”(1945), para exigir o reconhecimento da corporeidade orgânica da lírica. Ele dirá:

É pelo corpo que o sujeito se comunica com a carne do mundo, abraçando-a e sendo por ela abraçado. O sujeito não pode se exprimir senão através dessa carne sutil que é a linguagem, doadora de corpo a seu pensamento, mas que permanece num estrangeiro.

A fenomenologia da lírica encabeçada por Collot se assenta na observação dos elementos da modernidade lírica, desmistificando alguns aspectos e retificando outros, como é o que ele realiza, por exemplo, ao invocar Rimbaud, enquanto poeta que esteve contra a expressão do eu puro, da subjetividade pessoal. Ou seja, não se trata de propor uma nova lírica, mas de atestar uma existente.

*  *

A relação entre o particular e o universal invoca o sentido de experiência (Erlebnis) enquanto vivência expandida. Isso vai além do biografismo, que expressaria a experiência fatual, objetificada e indivisível (Erfahrung). A vivência ou o lirismo vivido (Erlebnislyrik) não dispensa porém o que há de biográfico do eu lírico, para invocarmos a tese de Käte Hamburger. O que ocorre é a não redução ao biográfico, já que poeta lírico habita campos fictícios, estes próprios definidores clássicos da lírica. Assim: “o poeta lírico não se opõe tanto ao autor quanto ao autobiográfico como sujeito da enunciação e do enunciado.” (COMBE, 2010, 120). Assumir a ficção lírica significa voltarmos à definição clássica da poesia, capturada, lembremos, na Poética de Aristóteles, e assumirmos que a poesia não lida apenas com o real, mas também com o possível, melhor, vivência possível.

REFERÊNCIAS

ADORNO, T. Notas de literatura I. Tradução: Jorge de Almeida. São Paulo: Duas cidades, 2008.

___. Introdução à sociologia. Trad. Wolfgang Leo Maar. São Paulo: UNESP, 2008.

BAUDELAIRE, Charles. As flores do mal. Tradução, introdução e notas: Ivan Junqueira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 8ª edição. 1985.

BENJAMIN, Walter. Sobre alguns temas em Baudelaire. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

COLLOT, Michel. O sujeito lírico fora de si. Tradução: Alberto Pucheu. Terceira Margem: Revista do Programa de Pós-graduação em Ciência da Literatura. Universidade Federal do Rio de Janero, Centro de Letras e Artes, Faculdade de Letras, Pós-graduação, Ano IX, nº11, 2004.

COMBE, Dominique. A referência desdobrada. O sujeito lírico entre a ficção e a autobriografia. Tradução: Iside Mesquita e Vagner Camilo. Revista USP, São Paulo, nº84, p.-112-128. Dezembro – Fevereiro 2009-2010.

FRIEDRICH, Hugo. A estrutura da lírica moderna. Tradução: Marise Curioni. Tradução das poesias: Dora da Silva. São Paulo: Duas cidades, 1978.

HEGEL, W. Cursos de estética. Tradução:  Marco Aurélio Werle, Oliver Tolle. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2004.

___. Curso de estética: o belo na arte. Tradução: Álvaro Ribeiro; Orlando Vitorino. São Paulo: Martins Fontes, 2009.

KANT, I. Crítica da faculdade do juízo. Tradução: Valerio Rohden e Antonio Marques. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2005.

___. Crítica da razão pura. Tradução: Fernando Costa Mattos. Rio de Janeiro: Vozes, 2012.

KNELLER, Jeanne. Kant o poder da imaginação. Tradução: Elaina Alves Trindade. São Paulo: Madras, 2010.

MALLARMÉ, Stéphane. Poésies. Paris: Gallimard, 1992.

MOURA, Monique. Entre Kant, filosofias e arte. João Pessoa: Sal da Terra, 2012.

NIETZSCHE, F. O livro do filósofo. Tradução: Rubens Eduardo Ferreira. São Paulo: Centauro, 2005.

RIMBAUD, Arthur. Ouevres Completes. Paris: Editions Flammarion, 2010.

WALTER, Tony. Kant and his influence. Bristol: Thoemmes, 1990.

Notas:

*Publico esse texto em agradecimento às digressões mantidas com Aline Andrade em João Pessoa no ano de 2017. Isso foi indispensável.

[1] Sobre as influências do pensamento de Kant na obra de Goethe, indicamos GUIDOTTI, Mirella. Zweckmässigkeit ohne Zweck: ideias kantianas presentes na estética de Goethe. 2014. 235 f. Tese (Doutorado) – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Ciencias e Letras (Campus de Araraquara), 2014.

[2] O primeiro vulto do que poderíamos atualmente chamar de Estética da Recepção, desenvolvido por Wofgang Kaiser, estaria, portanto, aqui.

[3] Deixarei de lado a atenção necessária ao tema da musicalidade na lírica para um próximo trabalho, que está em desenvolvimento. Para este assunto, indico a leitura de “Wanderes Nachtlied” de Goethe, assim como o estudo de Emil Steiger em Conceitos fundamentais da Poética (Tempo Brasileiro 1975).

[4] Kant dirá: “O Juízo reflexionante procede, pois, com fenômenos dados, para  trazê-los sob conceitos empíricos de coisas naturais determinadas, não esquematicamente, mas tecnicamente, não por assim dizer, apenas mecanicamente, como instrumento, sob a direção do entendimento e dos sentidos, mas artisticamente, segundo um princípio universal, mas ao mesmo tempo indeterminado, de uma ordenação final da natureza, como que em favor de nosso Juízo, na adequação de suas leis particulares (sobre as quais o entendimento nada diz) à possibilidade da experiência como um sistema, pressuposição sem a qual não poderíamos esperar orientar-nos em um labirinto da diversidade de leis particulares possíveis. Assim, o Juízo mesmo faz a priori da técnica da natureza o princípio de sua reflexão, sem no entanto poder explicá-la ou determiná-la mais, ou ter para isso um fundamento-de-determinação objetivo dos conceitos universais da natureza (a partir de um conhecimento das coisas em si mesmas), mas somente para, segundo sua própria lei subjetiva, segundo sua necessidade mas ao mesmo tempo de acordo com as leis da natureza em geral, poder refletir.” (KANT, 1980a, p. 178)

 *Ana Monique Moura é doutora em filosofia pelo Programa Integrado de doutorado em filosofia (UFPE-UFPB-UFRN) e pela HGB (Alemanha).

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